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América Latina

Argentina começará vacinação dos professores de todo o país na próxima semana

O governo pretende imunizar o maior número possível de professores no início do ano letivo de 2021

Karla Burgoa

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A ministra da Saúde da Nação da Argentina, Carla Vizzotti, anunciou nessa terça-feira (23), em reunião do Conselho Federal de Saúde (CoFeSa), que na próxima semana terá início a vacinação de professores de todo o país com o imunizante desenvolvido pela Sinopharm.

No último domingo, Vizzotti assinou a resolução 688/2021 que autoriza a vacina SARS COV-2 em caráter emergencial, desenvolvida pela Sinopharm em colaboração com o Laboratório do Instituto de Produtos Biológicos de Pequim da República Popular da China.

Na terça-feira (23), às 13h, o vôo AR1050 da Aerolineas Argentinas partiu com destino a Pequim, capital da China, para levar 904 mil doses da vacina Sinopharm ao país.  A estimativa é que o carregamento chegue ao Aeroporto Internacional de Ezeiza nesta quinta-feira (25), às 21h50.

Autoridades nacionais comunicaram o fato aos ministros da Saúde das províncias em reunião do Conselho Federal de Saúde (CoFeSa).  A ideia do executivo nacional é inocular o maior número de professores no início do ano letivo de 2021, que será na maioria das províncias, no dia 1º de março.

Além dessas doses, nos próximos dias, chegarão mais 96 mil doses por via aérea, e com essa segunda remessa estará concluída a soma de 1 milhão de doses adquiridas pelo governo nacional em sua campanha de imunização contra o coronavírus.

A Administração Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica (ANMAT) recomendou recentemente o uso da vacina SARS COV-2 por até 60 anos.

A vacina Sinopharm requer duas doses que devem ser administradas com pelo menos 21 dias de intervalo.  Pode ser transportado e armazenado a uma temperatura entre 2 e 8 °, e é estável por 24 meses.

*com informações de InfoBae e Diario 13 San Juan

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Jornalista boliviana, periodista potiguar. Formada pela UFRN, já trabalhou com telejornalismo diário e rádio, e atualmente, busca por meio da escrita, contribuir por uma mídia brasileira que enxergue a América Latina além dos esteriótipos

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