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América Latina

Uruguai é o único país da América do Sul que não recebeu vacina contra COVID-19

Em agosto de 2020, o presidente Luis Lacalle Pou declarou que tentaria fazer seu país “o primeiro da fila”

Karla Burgoa

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Após meses de pandemia, o fechamento das negociações das vacinas contra o coronavírus e a chegada das doses à América do Sul começaram no final de 2020. No entanto, um deles ainda está na longa espera: o Uruguai.

Em 23 de janeiro, o presidente Luis Lacalle Pou informou que haviam chegado a um acordo com a Pfizer e a BioNTech para o fornecimento de 2 milhões de doses de sua vacina e outra com a Sinovac para 1.750.000 unidades. Além dos 1,5 milhão de doses do mecanismo Covax. Além disso, o Uruguai não descarta negociar com a Rússia a aquisição do Sputnik V.

No entanto, as autoridades uruguaias confirmaram que as vacinas COVID-19 chegarão entre o final de fevereiro e o início de março.

Lacalle Pou evita referir-se a datas específicas para a chegada da vacina contra o coronavírus, apesar de em agosto de 2020 ter prometido que tentaria fazer seu país “o primeiro da fila”.

As autoridades falam de um processo de “pré-vacinação” bem-sucedido devido à antecipação da aquisição de ultra-frigoríficos, calendário de vacinação e preparação de locais para imunização.

Isso despertou críticas da oposição e preocupação dos cidadãos uruguaios, apesar de o país sul-americano ser o que melhor conseguiu controlar o avanço da pandemia no ano passado.

A Frente Ampla (FA, à esquerda) avalia convocar as autoridades sanitárias ao Parlamento para explicar as razões do atraso na chegada das vacinas.  Enquanto isso, o Uruguai terá que aguardar o desembarque das vacinas em Montevidéu.

Desde o início da pandemia de coronavírus no Uruguai, em 13 de março de 2020, o país sul-americano acumula, até o momento, um total de 52.163 casos de coronavírus e 569 mortes pela doença.

*com informações de El Popular

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Jornalista boliviana, periodista potiguar. Formada pela UFRN, já trabalhou com telejornalismo diário e rádio, e atualmente, busca por meio da escrita, contribuir por uma mídia brasileira que enxergue a América Latina além dos esteriótipos

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