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América Latina

Equador: em meio a crise de saúde, econômica e política, país realiza eleições presidenciais

Os equatorianos elegerão seu próximo presidente neste domingo, mas também 137 membros da Assembleia Legislativa e cinco representantes do Parlamento Andino.

Karla Burgoa

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Mais de 13 milhões de equatorianos estão aptos a votar neste domingo (7) em uma eleição marcada por uma nova onda de casos de covid-19, uma profunda crise econômica, a saída de um governo altamente impopular e a possibilidade de que a força do ex-presidente Rafael Correa volte ao poder.

Em meio a esse cenário complexo, os equatorianos elegerão seu próximo presidente neste domingo, mas também 137 membros da Assembleia Legislativa e cinco representantes do Parlamento Andino nas 4.276 circunscrições instaladas no país e outras 101 no exterior.

Embora 15 homens e uma mulher tenham se candidatado à liderança do país – um recorde na história da democracia equatoriana – apenas dois parecem estar se preparando para um provável segundo turno em 11 de abril: o banqueiro Guillermo Lasso e o correista, o economista Andrés Arauz.

De acordo com as últimas pesquisas, publicadas antes da entrada em vigor da restrição eleitoral, em 29 de janeiro, o primeiro lugar nas pesquisas era de Arauz, com média de 35,4% dos votos, seguido por Lasso, com média de 26,3%, e em terceiro lugar era Yaku Pérez, candidato do partido Pachakutik, braço político do movimento indígena, com média de 16,2%.

Enquanto isso, a indecisão subiu para uma média de 14% e os votos brancos e nulos em torno de 17%.

As eleições marcam o início do fim do Governo de Lenín Moreno, que termina seu mandato em decadência política, em meio a uma crise econômica e de saúde, com um enfrentamento criticado da pandemia, socialmente deslegitimada e rotulada de “traidor “pelo movimento correista que o levou ao poder há quatro anos.

Com informações de Telam e Telesur

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Jornalista boliviana, periodista potiguar. Formada pela UFRN, já trabalhou com telejornalismo diário e rádio, e atualmente, busca por meio da escrita, contribuir por uma mídia brasileira que enxergue a América Latina além dos esteriótipos

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