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América Latina

Chile vacinou mais de 140.000 pessoas contra o coronavírus em um dia.

Com esse número, o país já ultrapassou o marco de 209.501 vacinados desde que começou a imunizar os trabalhadores da saúde, no dia 24 de dezembro.

Karla Burgoa

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Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 140.000 pessoas foram vacinadas contra COVID-19 no primeiro dia do programa de vacinação em massa ,que começou nessa quarta-feira (3) em todo país, um processo que visa chegar a cinco milhões de vacinados até março, informou o governo.

O programa de vacinação em massa começou com pessoas com mais de 90 anos que participaram de mais de 1.400 instalações esportivas e médicas montadas em todo o país, onde mais de um milhão de doses foram distribuídas do laboratório chinês Sinovac, de um lote total de quatro milhões que o país recebeu na semana anterior.

Neste dia, 140.412 pessoas foram vacinadas, “o que nos enche de orgulho e alegria e nos permite estar no caminho do progresso para derrotar o coronavírus”, disse o ministro Enrique Paris em relatório na noite de quarta-feira.

Com esse número, o Chile já ultrapassou 209.501 vacinados desde que começou a imunizar seus trabalhadores da saúde em 24 de dezembro, após ter recebido um primeiro lote de 154.000 doses do laboratório norte-americano Pfizer / BioNtech.

A expectativa é que até o final de março cerca de 5 milhões de pessoas tenham sido vacinadas, principalmente adultos com mais de 60 anos, trabalhadores da saúde e serviços básicos do Estado.

Nesse sentido, o prefeito de Santiago, Arturo Alessandri, afirmou na quarta-feira que o plano de vacinação em massa também cobre os migrantes e refugiados que residem no Chile.

“Todos os imigrantes vão poder se vacinar, já que seu status de imigração nesses termos não é válido”, informou o prefeito em entrevista coletiva.

Alessandri, que se encarregou de fazer o anúncio devido ao fato de mais de 300.000 migrantes residirem em sua comuna, mencionou que nenhum documento de residência, visto ou autorização de qualquer tipo será solicitado para evitar a discriminação contra pessoas sem documentos, e apelou a todos para ser vacinado.

“A única coisa que importa agora é que a maior parte da população se vacine e, se não tiver documento de identidade, pode se registrar com passaporte”, disse.

Com informações de La Republica, AFP e Sputnik*

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Jornalista boliviana, periodista potiguar. Formada pela UFRN, já trabalhou com telejornalismo diário e rádio, e atualmente, busca por meio da escrita, contribuir por uma mídia brasileira que enxergue a América Latina além dos esteriótipos

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