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América Latina

Peru: Quase 600 pessoas foram detidas em Lima durante o primeiro dia de quarentena

Além de serem transferidos para centros de detenção temporária, os infratores receberam multa por descumprimento das normas estabelecidas pelo Governo

Karla Burgoa

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Um total de 595 pessoas foram detidas durante o primeiro dia de quarentena obrigatória na região metropolitana de Lima. O anúncio foi feito pela Polícia Nacional ao jornal peruano La República.

Conforme detalhado pela instituição, todos os infratores tiveram que ser transferidos para centros de detenção temporária, a fim de receberem multa por descumprimento de dispositivo estipulado pelo Governo. A área com o maior número de detidos foi no Leste 1 de Lima, com um total de 232 casos; enquanto 6 regiões da capital não apresentaram nenhuma intervenção (Norte 3, Oeste, Sul 3, Cañete, Chosica e Hural).

“Ainda é  uma quantia pequena. Estamos preparados para receber uma quantia maior, mas é melhor não receber. A polícia não tem saído às ruas para levar todas as pessoas aos centros de detenção; mas para cuidar dos cidadãos ”, disse o ministro do Interior, José Elice, à ATV.

Ele acrescentou que quem transitar pelas estradas metropolitanas deverá portar toda a documentação respectiva. Isso para evitar penalidades financeiras.

“É-lhe pedido o seu documento de identificação, o seu passe de trabalho, bem como um documento de identificação para verificar se realmente trabalha num local permitido. Se você não cumprir qualquer uma dessas disposições, será penalizado por violar a lei. Além disso, no caso da carteira de trabalho, quando você mente para obtê-la, está cometendo um crime ”, disse o chefe do Mininter.

Peru vive a segunda onda de casos e quarentena obrigatória em algumas regiões do país.

A quarentena é obrigatória e atinge 16,4 milhões de habitantes, metade da população do país. O governo ordenou o fechamento de igrejas, cassinos e academias. Apenas negócios essenciais, como mercados, farmácias e bancos, podem operar. As regiões envolvidas são Lima, Ancash, Pasco, Huánuco, Junín, Huancavelica, Ica, Apurímac e El Callao, onde os casos confirmados dispararam desde o início de janeiro.

Nas demais regiões do país, são mantidas as restrições, o toque de recolher e a proibição de confraternizações, entre outras medidas.

A segunda onda vem atingindo várias regiões peruanas sem parar desde o início de janeiro, após as festas de Natal e final de ano. As infecções diárias aumentaram de mil para mais de cinco mil e as mortes dispararam de uma média de 40 por dia para mais de cem. O governo também estabeleceu a proibição de voos da Europa até 14 de fevereiro e incluiu o Brasil na relação devido à nova cepa do coronavírus descoberta no país.

*com informações de La Republica

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Jornalista boliviana, periodista potiguar. Formada pela UFRN, já trabalhou com telejornalismo diário e rádio, e atualmente, busca por meio da escrita, contribuir por uma mídia brasileira que enxergue a América Latina além dos esteriótipos

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