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América Latina

Sem leitos de UTI em Lima e apenas 33 em todo o país, Peru enfrenta colapso na saúde

Um total de 16 departamentos no Peru estão em situação crítica, devido à falta de leitos de UTI e à falta de enfermeiras, técnicos e médicos intensivistas.

Karla Burgoa

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Os hospitais do Peru enfrentam, novamente, um aumento vertiginoso do número de casos da Covid-19. Neste domingo (24), a Ouvidoria alertou que não há mais leitos de UTI para atendimento de pacientes com covid-19 nos hospitais e clínicas de Lima e Callao, segundo dados atualizados pela SuSalud.

“Alertamos que a partir do dia 23 de janeiro, em Lima e Callao, não há leito de UTI com respiradores, segundo relatório do SuSalud”, divulgou a Ouvidoria por meio do Twitter.

A entidade convocou empresas públicas e privadas a continuarem com o trabalho remoto para evitar que mais pessoas passem pelas ruas antes da chegada da segunda leva do covid-19. “Apelamos às entidades públicas e privadas que o teletrabalho tenha o privilégio de reduzir a mobilidade das pessoas”, afirmou o Provedor de Justiça.

O Ministério da Saúde (Minsa), por sua vez, informou que dos 1.791 leitos de UTI com respiradores mecânicos instalados em hospitais e clínicas de todo o país, 1.758 já estão ocupados por pacientes gravemente enfermos por coronavírus. Ou seja, restam apenas 33 leitos de UTI em todo o Peru.

Em relação aos leitos sem respiradores, o Ministério da Saúde informou que há 9.883 pacientes internados por covid-19.

Outras nove regiões colapsaram

Outras nove regiões não possuem mais leitos para unidades de terapia intensiva. Essas regiões são: Huancavelica, Tumbes, Ucayali, Áncash, Tacna, La Libertad, Lambayeque, Junín e Huánuco.

Um total de 16 departamentos no Peru estão em situação crítica, devido à falta de leitos de UTI e à falta de enfermeiras, técnicos e médicos intensivistas.

*com informações de Expreso

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Jornalista boliviana, periodista potiguar. Formada pela UFRN, já trabalhou com telejornalismo diário e rádio, e atualmente, busca por meio da escrita, contribuir por uma mídia brasileira que enxergue a América Latina além dos esteriótipos

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