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América Latina

Com sistema de saúde colapsado, Peru estabelece toque de recolher em algumas regiões

Pais vive o pior momento desde o início da pandemia. Uso de carros particulares, esportes coletivos, acesso às praias e reuniões são algumas proibições da medida

Karla Burgoa

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Neste domingo (24), não haverá toque de recolher nas regiões metropolitanas de Lima e Callao. No entanto, as restrições estabelecidas no âmbito do estado de emergência nacional continuam em vigor para conter a pandemia da COVID-19. Essa medida vigorará até 31 de janeiro de 2021 e pretende conter a propagação do vírus.

As principais atividades a serem evitadas são os encontros sociais e familiares, visto que são estes os principais meios de contágio do coronavírus, segundo as autoridades sanitárias. O acesso às praias também é proibido.

Nesse sentido, a atividade esportiva ao ar livre é permitida, desde que sejam esportes que não envolvam contato físico e possam ser praticados mantendo o distanciamento social.

Dessa forma, esportes coletivos, como o futebol, ainda são proibidos, pois não podem ser realizados sem o distanciamento social entre os participantes. Além disso, o uso de veículos particulares é proibido.

País enfrenta pior fase da pandemia desde marco

A imobilização social obrigatória (toque de recolher) nas regiões metropolitanas de Lima e Callao passa a vigorar a partir das 21 horas às 4 da manhã até o 31 de janeiro. Também foi anunciado que em Lima e Callao o tráfego de veículos particulares será restrito aos domingos.

No caso das províncias de Áncash, Ica, Junín, Lambayeque, Lima, Piura e Tacna, a medida restritiva de circulação será às 19 horas. às 4 da manhã. Nesses locais, a imobilização social, veicular e de pedestres voltará aos domingos. As medidas adotadas nestas regiões respondem ao fato de se encontrarem num nível de alerta de contágio muito elevado.

A demanda por leitos de UTI no início da segunda onda já ultrapassou os níveis máximos reportados durante a primeira onda da pandemia em 12 regiões.

Além da capital, esse fenômeno também é observado em Áncash, Apurímac, Cajamarca, Huánuco, Ica, Lambayeque, Moquegua, Pasco, Piura, Tumbes e Ucayali.

Os aumentos percentuais mais preocupantes são registrados em Piura, Ica e Huánuco. Neste último, o número de equipamentos utilizados para pacientes com COVID-19 grave é de 52, quase 80% a mais que o pico da primeira onda (29 leitos) registrado em 29 de junho de 2020.

*com informações de El Comercio

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Jornalista boliviana, periodista potiguar. Formada pela UFRN, já trabalhou com telejornalismo diário e rádio, e atualmente, busca por meio da escrita, contribuir por uma mídia brasileira que enxergue a América Latina além dos esteriótipos

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