Connect with us

América Latina

Bolívia: Com medo de colapso na saúde, médicos pedem por quarentena mais rígida no país

O país registrou 2.263 casos de infectados na sexta-feira, o maior número desde o início da pandemia em março passado.

Karla Burgoa

Published

on

Médicos, sociedades profissionais e sindicatos de serviços de saúde na Bolívia pediram neste domingo (18) para declarar uma “quarentena mais rígida”. Segundo os médicos, sistema de saúde está “à beira do colapso” devido a uma segunda onda de covid-19.

Os setores fizeram um comunicado público para “exigir que o governo nacional, departamental e municipal declarem imediatamente uma quarentena rígida no país, que está à beira de um colapso do sistema de saúde, que não está em condições de enfrentá-lo. Eles temem um desastre de saúde departamental.

A Bolívia registrou 2.263 casos de infectados na sexta-feira, o maior número desde o início da pandemia em março passado. Até o momento, acumula 171.154 infectados, 9.328 óbitos e 136.882 recuperados da doença, com uma população de 11,5 milhões de habitantes.

Os departamentos de Santa Cruz (leste), La Paz e Cochabamba (centro), os mais populosos do país, são os mais afetados pela pandemia.

No pronunciamento, também pediram ao Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) “a imediata suspensão das eleições subnacionais” para a eleição de nove governadores regionais e 339 prefeitos “porque se trata de um atentado à vida dos bolivianos”.

O TSE marcou a data das eleições para o próximo dia 7 de março.

O ministro da Saúde, Edgar Pozo, disse no sábado que a Bolívia está registrando uma “escalada muito rápida” de infecções por coronavírus e que o país vive uma “segunda onda”.

A Bolívia, quando a pandemia começou em março passado, decretou a quarentena nacional, com a suspensão de obras públicas e privadas, atividades educacionais, bem como o fechamento de suas fronteiras e espaço aéreo.

O transporte público e privado estava sujeito ao cumprimento de horários e dias. Contudo, todas essas medidas foram gradualmente relaxadas ao longo do ano passado.

O presidente Luís Arce, que orienta a população a cumprir medidas de biossegurança, como uso de máscaras, uso de álcool em gel, lavagem frequente das mãos e manutenção de distância em locais públicos, ainda não se manifestou sobre o comunicado público dos médicos.

Médicos, sociedades profissionais e sindicatos de serviços de saúde na Bolívia pediram neste domingo (18) para declarar uma “quarentena mais rígida”. Segundo os médicos, sistema de saúde está “à beira do colapso” devido a uma segunda onda de covid-19.

Os setores fizeram um comunicado público para “exigir que o governo nacional, departamental e municipal declarem imediatamente uma quarentena rígida no país, que está à beira de um colapso do sistema de saúde, que não está em condições de enfrentá-lo. Eles temem um desastre de saúde departamental.

A Bolívia registrou 2.263 casos de infectados na sexta-feira, o maior número desde o início da pandemia em março passado. Até o momento, acumula 171.154 infectados, 9.328 óbitos e 136.882 recuperados da doença, com uma população de 11,5 milhões de habitantes.

Os departamentos de Santa Cruz (leste), La Paz e Cochabamba (centro), os mais populosos do país, são os mais afetados pela pandemia.

No pronunciamento, também pediram ao Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) “a imediata suspensão das eleições subnacionais” para a eleição de nove governadores regionais e 339 prefeitos “porque se trata de um atentado à vida dos bolivianos”.

O TSE marcou a data das eleições para o próximo dia 7 de março.

O ministro da Saúde, Edgar Pozo, disse no sábado que a Bolívia está registrando uma “escalada muito rápida” de infecções por coronavírus e que o país vive uma “segunda onda”.

A Bolívia, quando a pandemia começou em março passado, decretou a quarentena nacional, com a suspensão de obras públicas e privadas, atividades educacionais, bem como o fechamento de suas fronteiras e espaço aéreo.

O transporte público e privado estava sujeito ao cumprimento de horários e dias. Contudo, todas essas medidas foram gradualmente relaxadas ao longo do ano passado.

O presidente Luís Arce, que orienta a população a cumprir medidas de biossegurança, como uso de máscaras, uso de álcool em gel, lavagem frequente das mãos e manutenção de distância em locais públicos, ainda não se manifestou sobre o comunicado público dos médicos.

Com informações de EL DEBER.

Aproveitando o ensejo….
Aqui na Fonte BR, trabalhamos muito para entregar para vocês informações de qualidade amparadas unicamente na realidade dos fatos. Que tal apoiar o jornalismo independente que fazemos para você?
Clique aqui e seja um assinante. Fortaleça o bom jornalismo.

Jornalista boliviana, periodista potiguar. Formada pela UFRN, já trabalhou com telejornalismo diário e rádio, e atualmente, busca por meio da escrita, contribuir por uma mídia brasileira que enxergue a América Latina além dos esteriótipos

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Escolha a Fonte!

Que tal apoiar o jornalismo independente que fazemos para você? Seja um assinante. Fortaleça o bom jornalismo. 

X