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América Latina

Paraguai autoriza uso emergencial da vacina Sputnik V

Na América Latina, países como Argentina, Bolívia, Chile e Venezuela já aprovaram seu uso.

Karla Burgoa

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O Ministério da Saúde do Paraguai aprovou nesta sexta-feira (15) o uso emergencial da vacina Sputnik V contra a COVID-19, informou o Fundo Russo para Investimento Direto (FIDR) em comunicado.

Assim como Argentina, Bolívia e Venezuela, o Paraguai registrou o medicamento desenvolvido pelo centro Gamaleya sob o procedimento de autorização de uso emergencial sem ensaios clínicos adicionais.

Em nota publicada no site oficial do Sputnik V, Kirill Dmitriev, CEO do FIDR, assegurou que “o registro da vacina Sputnik V no Paraguai demonstra o crescente interesse dos países latino-americanos por uma vacina russa segura e eficaz contra o coronavírus ”. Ele também pediu que outros países da região “aprove em breve e estejam dispostos a criar novas parcerias para reunir esforços na luta contra a pandemia.”

Ainda não foi revelado quantas doses o Paraguai receberá, que em seu último relatório oficial confirmou um total de 119.640 infecções desde o início da pandemia e 2.466 mortes.

Sputnik V na América do Sul

Até o momento, os países que fizeram acordos para o uso emergencial da vacina russa são Argentina, Bolívia, Venezuela, Chile e Paraguai. Além disso, nesta sexta-feira, no Brasil, começará a produção da dose. No entanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não aceitou o uso do medicamento.

As doses que são produzidas no Brasil seriam exportadas para outras nações da região que aprovaram seus pedidos de processos de imunização, segundo a CNN em espanhol.

A farmacêutica Unión Química, responsável pela produção das vacinas, solicitou à Anvisa autorização para seu uso em território brasileiro. No entanto, o órgão regulador negou o pedido e afirmou que “faltam documentos”.

A Unión Química iniciará nesta sexta-feira, a elaboração da fórmula desenvolvida pelo centro Gamaleya. Está prevista a fabricação de oito milhões de vacinas mensais, as mesmas que seriam vendidas para Argentina e Bolívia.

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Jornalista boliviana, periodista potiguar. Formada pela UFRN, já trabalhou com telejornalismo diário e rádio, e atualmente, busca por meio da escrita, contribuir por uma mídia brasileira que enxergue a América Latina além dos esteriótipos

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