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Europa

COVID-19 matou meio milhão de pessoas na Europa

A cada três semanas, aproximadamente mais outras 100.000 pessoas morrem do vírus na Europa.

Nathália Urban

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global coronavirus map with country statistics

De acordo com as estatísticas oficiais do Worldometer, mais de 600.000 pessoas morreram de coronavírus no continente Europeu. A cada três semanas, aproximadamente mais outras 100.000 pessoas morrem do vírus na Europa.

Mais de uma em cada 1.000 pessoas vivas na Europa no início de 2020 morreram de coronavírus. Por milhão de pessoas na população, o número de mortos é superior a 1.700 na Bélgica, 1.477 na Eslovênia, 1.330 na Itália, 1.245 no Reino Unido e 1.131 na Espanha. Na Espanha, o número oficial de mortos é de 52.878, mas o número de “mortes em excesso” acima da norma histórica – uma indicação melhor de mortes devido à pandemia – é de 83.700.

No entanto, os cientistas estão alertando que a pandemia está entrando em um estágio ainda mais catastrófico do que qualquer coisa que a precedeu. Esse pânico é impulsionado pela rápida disseminação da nova variante mais contagiosa identificada em setembro no Reino Unido. Mesmo com os sistemas de saúde sobrecarregados, escolas e locais de trabalho não essenciais são mantidos abertos em grande parte do continente, apesar de seu papel de transmissores do vírus, para garantir que nenhuma quantidade de mortes impeça o funcionamento normal e lucrativo dos negócios.

A nova cepa do vírus é agora a dominante no Reino Unido. Na Irlanda, onde a nova variante foi detectada pela primeira vez no dia de Natal, os novos casos dispararam de 250 casos confirmados por milhão de pessoas no início do ano para mais de 1.200 agora, um aumento de cinco vezes num espaço de duas semanas.

Em toda a Europa, as variantes identificadas no Reino Unido, África do Sul e Brasil foram detectadas em mais de uma dezena de países, mas ainda não se sabe até que ponto já se estabeleceu na população.
A França dá um exemplo particularmente claro de como as autoridades não conseguiram rastrear a propagação.

O primeiro caso da variante do Reino Unido foi detectado em Tours no final de dezembro. Ainda na segunda semana de janeiro, relatos da mídia sobre o número de casos detectados indicavam que havia entre 10 e 20 casos confirmados. Em 12 de janeiro, Olivier Véran, o ministro da saúde, falou perante a Assembleia Nacional e relatou que a nova cepa contribuiu para “aproximadamente 1% dos 100.000 testes positivos realizados na França”.

No entanto, esta parece ser uma sub-estimativa significativa e varia muito de acordo com a localização. Patrice Hérisson, diretor regional do laboratório médico Cerballiance em Saint Denis, perto de Paris, disse ao Le Parisien na terça-feira que “10 a 15 por cento dos nossos casos positivos na França são identificados como suspeitas da variante inglesa”.

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