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América do norte

Terroristas apoiadores de Donald Trump estão agora em canais criptografados

Para fugir das investigações do FBI, os apoiadores de Donald Trump foram para canais que criptografam as mensagens para planejarem os ataques na posse de Joe Biden, no dia 20

Ady Ferrer

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Depois do banimento das big techs, como o Twitter e o Facebook, os extremistas fugiram para duas redes sociais: Parler e Gab. No entanto, o Parler foi derrubado e o Gab já está na mira das autoridades. O FBI está em alerta em todos os estados do país por ameaças postadas nas redes sociais.

Por isso, grupos foram criados em aplicativos de troca de mensagens criptografadas. Entre os aplicativos, está o Telegram. O conteúdo de supremacia branca já circulava por lá, mas houve um aumento no número de compartilhamentos e novos usuários.

Segundo a NBC News, o maior grupo do Proud Boys na plataforma tem mais de 28 mil membros. O Proud Boys é um grupo de supremacia branca que participou ativamente da invasão ao Capitólio, no último dia 6, em Washington, D.C.

Todo o conteúdo do Parler está sendo respostado por hackers na internet. No caso do Telegram, não há como resgatar as mensagens deletadas.

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Jornalista formada pela UCPel-RS, especialista em Relações Internacionais pela UnB e pós-graduanda em Cinema e Audiovisual pela Belas Artes de São Paulo. Podcaster no MIDcast política, #AdyNews e SulCast.

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