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América do norte

Assassinato de Soleimani vai ser vingado, diz embaixador do Irã

Qassem Soleimani foi assassinado em 3 de janeiro de 2020 em ataque aéreo dos Estados Unidos

Ady Ferrer

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Embaixador do Irã em Bagdá, Iraj Masjedi, disse que a vingança pela morte do General Qassem Soleimani, comandante da Guarda Revolucionária Iraniana assassinado em 3 de janeiro de 2020, será “necessariamente militar”.

“Expulsar forças norte-americanas da região equivale a vingança” – disse.

Masjedi também disse que o país não tem relação ao bombardeio contra a embaixada dos Estados Unidos em Bagdá, no Iraque, no último dia 20, e que não apoia nenhum partido por trás do atentado.

Qassem Soleimani era visto como a segunda pessoa mais poderosa do país, atrás apenas do aiatolá Khamenei. Liderava a Força Quds, unidade de elite da Guarda Revolucionária do Irã, desde 1998. Ele foi morto em um ataque aéreo dos Estados Unidos ao aeroporto de Bagdá.  Segundo os Estados Unidos, o ataque foi uma resposta à um ataque de míssil contra uma base militar no Iraque.

O aniversário de 1 ano da morte de Soleimani e os últimos dias de Donald Trump na Sala Oval têm causado preocupações e incertezas para a paz mundial, como já relatamos aqui.

Jornalista formada pela UCPel-RS, especialista em Relações Internacionais pela UnB e pós-graduanda em Cinema e Audiovisual pela Belas Artes de São Paulo. Podcaster no MIDcast política, #AdyNews e SulCast.

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