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Europa

Jovens na Alemanha querem querem que escolas ensinem sobre fake news

De acordo com um estudo realizado com jovens, 76% dos entrevistados são confrontados com notícias falsas todas as semanas. Muitos gostariam que a lidar com notícias falsas se tornasse uma parte obrigatória do currículo escolar.

Cleber Lourenço

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De acordo com um estudo realizado com jovens, 76% dos entrevistados são confrontados com notícias falsas todas as semanas. Muitos gostariam que a lidar com notícias falsas se tornasse uma parte obrigatória do currículo escolar.

Por meio da tecnologia e das mídias sociais, chega-se não apenas à informação, mas também à desinformação aos destinatários mais rapidamente.

Um estudo recente da Infratest Dimap mostra com que frequência os jovens entram em contato com notícias falsas: 76% dos entrevistados entre 14 e 24 anos de idade são confrontados com notícias falsas pelo menos uma vez por semana. Em comparação com 2018, isso significa um aumento de 50%.

Além disso, 21% dos entrevistados no estudo encomendado pela Fundação Vodafone afirmaram que encontraram notícias falsas várias vezes ao dia.

Em 2019, o número ainda era de 12%. Além disso, 73% dos 2.064 entrevistados estão observando atualmente uma disseminação crescente de notícias falsas e teorias da conspiração.

Não foi à toa que a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou em fevereiro que a pandemia seria acompanhada por uma “infodemia massiva”. 

De acordo com o estudo, 64% dos jovens entrevistados têm dificuldade em diferenciar entre informações confiáveis ​​e não confiáveis, especialmente quando se trata de notícias sobre a Covid-19. A maioria dos entrevistados já deve ter notado mitos de conspiração sobre a pandemia.

Logo, 36% dos entrevistados não confia em si mesmo para avaliar a credibilidade das mensagens. 

A grande maioria, 85%, concordou com a proposta de tornar a disciplina uma parte obrigatória do currículo escolar. De acordo com o estudo, as instituições educacionais até agora cumpriram isso de forma inadequada: notícias falsas só são discutidas nas aulas para 30% dos entrevistados. 

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Nada é mais importante para a democracia do que um eleitorado bem informado. Apaixonado por jornalismo e política. Textos publicados em: Revista Forum, Congresso em Foco e no UOL (pelo blog Entendendo Bolsonaro)

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